Pressão ou medo?
O Flamengo voltou a campo daquele jeito que o torcedor conhece bem: precisando de um susto para acordar. E ele veio — gol do Santos, logo de cara, para botar pimenta no jogo e tirar qualquer acomodação. E funcionou. Como tem sido rotina, o time entrou disperso, quase “na fé”, oferecendo campo e espaço. Resultado: 1x0 Santos. Foi o empurrão que faltava. A partir dali, a chave virou, o disco mudou, e o Flamengo finalmente entendeu que precisava jogar. Veio o gol de Léo Ortiz — ou melhor, quase veio. Sete longos minutos de VAR, de conversa, de indecisão… e nada. Anulado. Mas o empate já rondava, era questão de tempo. E veio. Merecido. Depois, o lance que sempre rende discussão: pênalti. Houve? Fica para o debate. O que não ficou foi a demora — mais sete minutos — até sair o 2x1. Ali, o jogo acabou. O Santos sentiu, se entregou, e o Flamengo fez o que precisava: administrou, ampliou para 3x1, rodou o elenco, controlou o relógio. E o espetáculo, que já não era grande coisa, se arrasto...