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Pressão ou medo?

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  O Flamengo voltou a campo daquele jeito que o torcedor conhece bem: precisando de um susto para acordar. E ele veio — gol do Santos, logo de cara, para botar pimenta no jogo e tirar qualquer acomodação. E funcionou. Como tem sido rotina, o time entrou disperso, quase “na fé”, oferecendo campo e espaço. Resultado: 1x0 Santos. Foi o empurrão que faltava. A partir dali, a chave virou, o disco mudou, e o Flamengo finalmente entendeu que precisava jogar. Veio o gol de Léo Ortiz — ou melhor, quase veio. Sete longos minutos de VAR, de conversa, de indecisão… e nada. Anulado. Mas o empate já rondava, era questão de tempo. E veio. Merecido. Depois, o lance que sempre rende discussão: pênalti. Houve? Fica para o debate. O que não ficou foi a demora — mais sete minutos — até sair o 2x1. Ali, o jogo acabou. O Santos sentiu, se entregou, e o Flamengo fez o que precisava: administrou, ampliou para 3x1, rodou o elenco, controlou o relógio. E o espetáculo, que já não era grande coisa, se arrasto...

Opiniao: Sorte que é o Santos

  O p rimeiro tempo do Flamengo, contra o Santos,  que terminou agora, no Maracanã, tem assunto para duas frases ou um parágrafo de comentário.  Porém... tem semore um porém, abro o segundo parágrafo para aumentar sua leitura e para torturar o torcedor rubro-negro.  Posse de bola, 75%, chutes a gol um, no último ataque, fraco como foi o time ou errado, como foi tido desenrolar da partida. Sorte que é o Santos, sem Neymar, Gabi e Rony.

Urubu de olho no Peixe

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Cada rodada traz uma emoção diferente para o torcedor do Flamengo. Hoje, em novo horário, às 17h30, no Maracanã, o rubro-negro carioca tem pela frente o Santos, sem Neymar e Rony, mas com Gabigol prometendo ser o carrasco do seu ex-time. O time ainda conta com desfalques no meio-campo e algumas voltas que podem devolver a qualidade que faltou na absurda derrota para o Bragantino, no meio da semana. Mas o jogo que mais chama a atenção na rodada de hoje está em Salvador, na Fonte Nova, onde o bom time do Bahia recebe o líder e favorito da temporada, o Palmeiras, em partida marcada para as 19h30. A expectativa é de casa cheia na arena baiana e de muitos outros torcedores “secando” o Verdão na noite de hoje. E fica a pergunta: qual será o jogo da Globo, já que, no seu tradicional horário, há apenas Chapecoense x Vitória? Às 17h30, Flamengo x Santos; mais tarde, Bahia x Palmeiras — eis o dilema.

Virada, vexame e empate

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  Os três jogos de ontem colocaram em campo três cariocas — e, como de costume, emoção não faltou. O Fluminense foi até Curitiba, não brilhou, mas também não se complicou: trouxe um empate que, na conta do chá, não é de se desprezar. Agora, seca o Palmeiras, que encara o Bahia logo mais. Afinal, ninguém quer ver o líder disparar enquanto o pelotão ainda sonha. Já no Morumbi… ah, meus amigos… que passeio do São Paulo! E que papelão do Cruzeiro. Arthur Jorge, aquele nome que já andou rondando a Gávea, viu seu time levar um sonoro 4 a 1. E não foi acaso, não — foi justo, foi pouco até. A Raposa saiu de campo mais vermelha de vergonha do que de tradição… e, de quebra, afundada na tabela. E para fechar a noite, São Januário virou palco de festa… mas quem comemorou mesmo foi o Botafogo. O Vasco até começou bem, abriu o placar, inflamou a torcida… mas futebol não se ganha só no grito. Não resistiu à pressão alvinegra, tomou a virada e saiu de cabeça baixa. Final: 2 a 1 para o Glorioso — e...

Palco x arquibancada

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  Eduardo Afonso escreveu hoje, em sua c oluna em O Globo, sobre um concerto precisando de conserto. E este colunista, que vos fala, ousa ir além: não é  o concerto que desafina  — o público é  que precisa ser afinado. As cadeiras, outrora arquibancadas de estádios e agora rebatizadas de arenas — como se o nome novo resolvesse velhos hábitos — seguem ocupadas por uma plateia que confunde presença com protagonismo e educação com detalhe dispensável. Afonso observa, com precisão quase musical, que para muitos o concerto virou mero pretexto: vai-se não para ouvir, mas para ser visto; não para apreciar, mas para registrar; não para silenciar, mas para comentar. A música, coitada, vira trilha sonora de conversas paralelas, risos fora de tom e celulares em punho. Um espetáculo à parte — e não dos melhores. Este colunista, calejado, já abandonou as arquibancadas — ou arenas, como preferem os moderninhos — desde 2018. Na tentativa de assistir a um Atlético x Cruzeiro, no Ind...

La Liga tem classico

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  Tarde livre e o que assistir na telunha da tevê? Procurei um motivo para animar os amigos, foi dificil, mas encontrei Barcelona x Atlético Madrid, pela La Liga, às 16h, um clássico repetido aos montes nesta temorada, Jogaran pela Copa do Rey de Espanha, deu Colchonero, jogarão em La Liga, hoje, e, na semana que vem é jogo da Champions. Na Copa teve Atlético, e hoje?  Jogando en casa o Barça pode se garantir na ponta da tabela, Jogo exclusivo da Disney/Espn.

Brasileiro: Trio de jogos bons

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  Três jogos e promessa de protestos no Morumbi. O São Paulo recebe o Cruzeiro às 18h30, e Roger Machado, recém-chegado, já sofre ameaças de demissão por parte da torcida tricolor.   O Cruzeiro, por sua vez, parece ter encontrado o caminho com Arthur Jorge e tentará sair da zona de degola. Promessa de bom jogo.   Em Curitiba, outro duelo interessante: Coritiba x Fluminense, às 20h30, no Couto Pereira. O Tricolor Carioca tem chances de seguir como principal perseguidor do Palmeiras.   No Rio, em São Januário, o clássico Vasco x Botafogo fecha o trio de grandes jogos. A bola rola às 21h, em um sábado de Aleluia, num estádio de capacidade reduzida, mas que certamente será pequeno para a confiante massa vascaína. Clássico tem favorito? Hoje tem: o Vasco.